A Reportagem do Valor Econômico destaca que as dificuldades enfrentadas por comercializadoras de eletricidade, materializadas em pedidos de recuperação judicial, têm feito com que bancos restrinjam a oferta de crédito a companhias do segmento. Diante deste cenário, empresas de energia têm apresentado suas estratégias de negócio com foco na diversificação das áreas de atuação, na expectativa de reverter o quadro às vésperas da abertura total do mercado de energia.
Bancos restringem crédito a comercializadoras de energia devido a recuperações judiciais, levando empresas a diversificar estratégias.
A Reportagem do Valor Econômico destaca que as dificuldades enfrentadas por comercializadoras de eletricidade, materializadas em pedidos de recuperação judicial, têm feito com que bancos restrinjam a oferta de crédito a companhias do segmento. Diante deste cenário, empresas de energia têm apresentado suas estratégias de negócio com foco na diversificação das áreas de atuação, na expectativa de reverter o quadro às vésperas da abertura total do mercado de energia. A primeira metade do ano foi marcada por pedidos de recuperação, como o da Tradener, que inaugurou o mercado livre de energia do país, além de Electra, Grupo IBS Energy, Diferencial Energia, entre outras.
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