O setor elétrico brasileiro enfrenta um impasse crescente entre a abundância de geração renovável e a capacidade do sistema em absorver essa oferta. Em audiência realizada nesta terça-feira (24) na Comissão de Minas e Energia (CME), o assessor da diretoria-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Júlio César Rezende, defendeu que o combate ao curtailment, o corte da geração por restrições de rede ou falta de demanda, exige soluções estruturais, e não apenas medidas paliativas de compensação financeira.
O setor elétrico brasileiro enfrenta o desafio do curtailment. A ANEEL propõe soluções estruturais e revisão do armazenamento de energia.
O setor elétrico brasileiro enfrenta um impasse crescente entre a abundância de geração renovável e a capacidade do sistema em absorver essa oferta. Em audiência realizada nesta terça-feira (24) na Comissão de Minas e Energia (CME), o assessor da diretoria-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Júlio César Rezende, defendeu que o combate ao curtailment, o corte da geração por restrições de rede ou falta de demanda, exige soluções estruturais, e não apenas medidas paliativas de compensação financeira. Para o especialista, o fenômeno da ociosidade da geração é um sintoma direto da ausência de carga em momentos de pico de produção solar e eólica.
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